2 Comidas de Natal Típicas na Suécia ( e como foi cozinhá-las)

Oi gente,

Dezembro chegando, e já está tudo decorado pro natal! Mas se eu for sincera com vocês, eu já estou em clima natalino desde novembro!!!! Bob Sponja me representa em novembro:

Como irei passar natal no Brasil esse ano, decidi cozinhar algumas comidinhas de natal antes de viajar. Decidi fazer uma lista aqui com as minhas duas comidas favoritas de natal da Suécia e algumas fotos de como foi o processo de faze-las em casa! Só um detalhe, eu sou uma PÉSSIMA cozinheira (já falei isso aqui antes mas resolvi avisar caso você seja um leitor novo, para não se assustar haha).

  1. Lucia Bulle (Pão de Açafrão)

Pense em uma comida GOSTOSA! E não é difícil de fazer não, viu? Começamos misturando todos os ingredientes em um pote, e deixamos descansando dentro de um pote, esperando o fermento fazer efeito.  Imagina minha surpresa quando depois de uns minutos longe da cozinha, volto e vejo meu pote quase derramando (sério, olha a foto abaixo!)

Como vocês podem ver foi por pouco que consegui usar o pote que tenho em casa!

Mas bom… depois do meu quase desastre, foi hora de dividir a massa em várias partes e começar a modelar. Existem infinitas opções de formatos clássicos segundo os suecos…  Eu fiz três formatos diferentes, e depois de prontos, segundo a receita, é hora de adicionar a tal da passa (sou do time que não gosta de uva passa em comida e todo ano chora no natal ou seja sou o bebe do meme abaixo!). O que eu fiz? TIREI TODAS AS UVAS PASSAS dos meus Lucia Bulle!!!! Como sou muito boazinha, nos que eu não ia comer, eu adicionei a tal da uva passa. Ao todo minha receita foi o suficiente para 30 pães!!

Uva passa meme de Natal

Obviamente não eram os meus (muita uva passa ai!). Mas eles antes do forno.

2.  Pepparkakor (Biscoitos de Gengibre)

Finalmente uma comida que não tem uva passa!!!!! Brincadeira a parte, eu amo esses biscoitos de gengibre. E fazê-los junto com um grupo foi uma experiência muito legal. Nós tínhamos diversas formas diferentes, inclusive uma das formas foi feita em uma impressora 3-D!

Todas as nossas formas! (Olha o Gripen que foi feito em uma impressora 3-D!)

O legal foi que ao chegar na casa da minha amiga, a massa já estava preparada – só precisávamos escolher os formatos e pronto! Meu trabalho então foi de esticar a massa, e sair escolhendo as formas que eu queria. Fiz questão de usar todos, e depois de um tempo peguei a prática.

Alguns dos meus biscoitos!

No começo eu quebrei TODOS os meus biscoitos, toda vez que ia levantar e levar até a forma. Mas juro que no final, eu já era uma das melhores! haha

Espero que vocês tenham gostado da minha lista! Um fato legal é que, em geral, suecos gostam muito de cozinhar em grupo. Eu acho que é por ser uma atividade bastante prática já que é divertido, no quentinho de casa e no fim, a comida do encontro ja esta garantida!

Até a próxima,

Duda

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5 curiosidades sobre a cultura organizacional na Suécia

 

Nos últimos 3 meses eu tenho estagiado em um instituto de pesquisa sueco com foco em sustentabilidade. Esse estágio é parte do meu programa de mestrado, o que significa que eu vou ganhar créditos por ele, sendo que falei um pouquinho sobre isso em outro post. Depois de passar um ano como estudante em tempo integral, estou de volta ao ambiente profissional, dessa vez, na Suécia. Além do que eu tenho aprendido observando o dia-a-dia de uma importante organização que atua na intersecção entre academia e políticas públicas com foco no meio ambiente, uma das coisas mais interessante da minha experiência tem sido aprender e vivenciar a cultura organizacional sueca, diga-se de passagem, bem diferente da do Brasil. Se você é um brasileiro de mudança pra Suécia, em algum momento e muito provavelmente, você terá a intenção de trabalhar por aqui. Assim, aqui vai uma listinha com 5 curiosidades da cultura organizacional do país que vão fazer toda a diferença.

1- Flexibilidade (real) de horário

Esse é um dos aspectos que eu mais gosto, então vou começar por ele. No Brasil, a minha impressão é que, mesmo em empresas que se gabam de serem flexíveis e tal, existe um fator cultural de um cuidar da vida do outro. Isso significa que parece que sempre tem alguém olhando que horas você chegou e que horas foi embora. Aqui na Suécia não é assim, é cada um no seu quadrado. Além do seu horário ser sua responsabilidade, ninguém vai ficar te controlando ou preocupado com como você resolveu organizar seu dia. Outra coisa que é muito comum é o home-office, onde você pode escolher trabalhar de casa alguns dias em que não seja necessário estar no escritório. No meu estágio a flexibilidade atinge até outro nível, uma vez que ninguém nem tem mesa fixa: o escritório é cheio de mesas individuais vazias que a cada dia são ocupadas por quem decidir sentar ali. É bem interessante, você circula e convive com diferentes pessoas todo dia.

2- Autonomia para gerir suas responsabilidades

Da mesma forma que não controlam seu horário, não irão ficar te cobrando suas responsabilidades, você que deve ser pró-ativo e ir atrás de descobrir, propor e se engajar. Isso pode ser especialmente desafiador para nós brasileiros que estamos acostumados a sempre esperar ordens de alguém superior, mas com certeza é algo que podemos superar com a boa e velha criatividade e cara de pau. Aqui na Suécia é importante que você não tenha medo de assumir suas funções. Como resultado você poderá experimentar um nível de autonomia muito superior ao que a gente está habituado no Brasil e isso pode ser muito libertador.

3- Relações horizontais

Assim como as suas funções não vão vir mastigadas da boca do chefe, o próprio chefe não vai ficar dando demonstrações de hierarquia. Por aqui é todo mundo no mesmo nível. Claro que há diferenças de cargos e progressão de carreira, mas isso se traduz em diferentes funções, não diferentes status. Ou seja, o diálogo entre colegas de trabalho é muito mais aberto e acessível, não tem essa de sala especial pro dono da empresa e mesmo eu, sendo estagiária, me sinto tão convidada para participar quanto qualquer outro funcionário.

4- Equilíbrio entre trabalho e vida pessoal

Talvez você já tenha escutado sobre essa maravilha moderna da vida Sueca. Enquanto no Brasil me parece que tem gente que adora mostrar que tá no escritório sexta-feira onze da noite, na Suécia isso é bem mal visto por alguns motivos: você não valoriza o tempo com seus filhos/familiares/amigos ou não consegue ser suficientemente produtivo dentro das horas normais de trabalho. Aqui se valoriza bastante o equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal e é incrível como algo tão básico e que deveria ser de valor evidente em todos os lugares, como a vida pessoal, aqui realmente tem status de prioridade. Inclusive, muitos funcionários até saem do trabalho para ir buscar seus filhos na escola. Maravilhoso, não é?

 5- Fika!

Assim, como tudo na Suécia, essa lista vai terminar em fika! É fika que não acaba mais: pra comemorar feriado, dizer adeus pra colegas mudando de emprego, na última sexta-feira do mês…enfim, tudo é um bom motivo pra fika, e esse é mais um bom motivo pra vir experimentar a vida profissional aqui na Suécia.

Espero que essa lista tenha dado um gostinho do quanto é interessante o ambiente de trabalho na Suécia. Claro que existem alguns pontos negativos, como por exemplo o excesso de individualismo que as vezes pode ser solitário. Mas assim como viver no exterior é um desafio muito gratificante, trabalhar não seria diferente.

Até a próxima,

Layla

 

Imagens: google imagens
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Expectativas e impressões após 3 meses na Suécia

 

Já se passaram 3 meses desde que cheguei em Linköping e um ano desde que comecei o processo de inscrição para o mestrado em Estudos da Infância.

Lembro das minhas expectativas na época, de como era estar no Brasil no final de 2018, vivendo a minha realidade de então e me perguntando como as coisas seriam se eu conseguisse chegar na Suécia. Para tentar responder a essas perguntas, eu pesquisava na internet sobre todos os aspectos da vida aqui. Assim eu criava uma imagem mental que servia de motivação para o meu objetivo, ao mesmo tempo em que pensava no Brasil e nas questões que gostaria de investigar durante o mestrado.

Nesses três meses, muitas experiências que vivi foram inesperadas, enquanto outras corresponderam fielmente à imagem mental que eu tinha da Suécia quando estava no Brasil.

Coincidentemente, algumas semanas atrás, um amigo me pôs em contato com a Fernanda e o Lucas, brasileiros que moram em Campinas e que estão se organizando para fazer a travessia do Atlântico e morar em Linköping, onde o Lucas vai começar o pós-doutorado. Aproveitei a oportunidade e lancei a pergunta para eles: como imaginam que é a vida aqui e o que sabem sobre a Suécia?

Fernanda e Lucas

Porque os assuntos são muitos, essa conversa vai render outros posts aqui no blog. Hoje eu escolhi fazer uma breve listinha com 3 coisas que a Fernanda compartilhou comigo sobre como ela pensa ser a vida na Suécia e que eu também imaginava antes de vir para cá.

1. Sofrimento em relação ao clima: eu ficava bastante receosa sobre como seria encarar o frio e a pouca luz e foi engraçado ver essa mesma preocupação na Fernanda. Eu ouvi muito que novembro era um mês depressivo e isso me deixava um pouco angustiada, mas agora que estamos quase chegando ao fim do mês, acho que foi bem melhor do que eu esperava. Claro que muitas águas vão rolar e muita neve vai cair antes de eu realmente saber como me sinto em relação ao clima, mas sempre que a preocupação bate eu me lembro das palavras da minha avó: afligir-se antes do tempo é afligir-se duas vezes.

Tiro sempre fotos nesse mesmo lugar para acompanhar as mudanças

2. Menor desigualdade social: Já ouvi de amigos brasileiros a expressão “ia virar uma Suécia” para se referir a uma ideia de maior qualidade de vida. Eu mesma tinha muita curiosidade de ver com meus próprios olhos quanto a diferença de classes seria perceptível por aqui, já que nascemos em um dos países com maiores índices de desigualdade social. É realmente interessante notar os nítidos resultados de décadas de investimento público em promoção de acesso a moradia, educação, saúde e no combate à desigualdade de gênero.

Créditos: @tirasarmandinho

3. Maior sensação de segurança: especialmente como mulher, eu tenho percebido que minha auto-confiança aumentou e que tenho uma maior sensação de segurança ao andar sozinha à noite. Um exemplo é o trajeto entre o meu barrio (Ryd) e o centro da cidade, no qual atravesso uma floresta. Da primeira vez que fiz o caminho à noite, com meu colega sueco, compartilhei com ele que eu jamais teria coragem de passar por ali sozinha, ao que ele me respondeu que eu não precisava ter medo desse trajeto. Passados 3 meses de idas e vindas por aqui, eu ainda me pego pensando sobre tudo o que me impedia de fazer esse caminho sem medo.

Continuarei escrevendo sobre as impressões desse país, da cultura e das reflexões a partir das novas experiências aqui. É um grande aprendizado poder verificar se as expectativas correspondem ou não à realidade experimentada.

Até a próxima!

 

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Doutorado na Suécia

 

Igor Cruz é aluno de doutorado na divisão de Sistemas de Energia no Departamento de Gerenciamento e Engenharia da LiU. Igor veio para a Suécia em Agosto de 2014 após ganhar a Sweden Brazil Scholarship Challenge 2014, entre 2014 e 2016 cursou Energy e Environmental Engineering, hoje chamado de Sustainability Engineering and Management. Nessa entrevista para o blog, Igor contou um pouco do por que veio para a Suécia, como foi o processo de canditadura para o mestrado e doutorado, como é o seu dia a dia na dentro e fora da universidade.

  • Por que você veio para a Suécia?

Eu estava um pouco decepcionado com a minha experiência na indústria no Brasil, como era difícil implementar novas inciativas e inovar. Meu primeiro contato com as universidades suecas foi em uma feira sobres estudos no exterior em Belo Horizonte, isso foi dois anos antes de vir para a Suécia. Então em novembro de 2013 quando abriram as inscrições para o mestrado eu já tinha todos os documentos necessários prontos para enviar.

  • Como funcionou o processo de candidatura para o doutorado?

O processo de candidatura foi similar a qualquer vaga de emprego, foi necessário enviar currículo junto a carta de motivação e referência. Para vaga na qual eu estava concorrendo não foi preciso escrever uma proposta de pesquisa. Todo o processo foi muito rápido e em duas semanas eu já havia recebido uma resposta do departamento.

  • Como é o seu dia a dia de um doutorando na LiU?

A universidade tem o direito de cobrar dos alunos de doutorado que eles dediquem ate 20% do tempo às atividades como dar aulas e orientar alunos de mestrados em projetos e outras atividades. Vai de cada um querer se dedicar mais ou não. Também existem outras maneiras de utilizar o tempo que é dedicado fora da sua pesquisa que podem ser discutidos dentro do departamento com o orientador. O resto do tempo (80%) é dedicado a pesquisa de doutorado, lendo artigos, em laboratório e escrevendo tanto a dissertação como artigos e participando de cursos avançados.

  • É necessário falar sueco para fazer o doutorado na LiU?

Na maioria das vagas para doutorado não é mandatório ter conhecimento da língua sueca, pois, em geral, as dissertações e artigos são escritos em inglês. Entretanto, alguns projetos exigem pesquisa em campo e entrevistas aqui na Suécia, então falar sueco pode ser um pre requisito pra vaga.

  • Quais as maiores oportunidades e desafios no doutorado na LiU?

A maior oportunidade é o contato próximo das universidades com empresas e órgãos governamentais. É muito mais fácil conectar os objetivos da pesquisa a uma aplicação e utilidade real, de fato a maioria das pesquisar já começam em parceria com alguma industrial ou agência do governo. Quanto aos desafios, eles são os mesmo em qual quer lugar. O doutorado é uma pesquisa muito extensa, às vezes é difícil ter ideia se você dentro do cronograma ou se está no caminho certo.

  • Quais as maiores diferenças entre o ambiente acadêmico aqui e no Brasil?

O estilo de vida e a cultura sueca de liberdade e equilíbrio está muito presente no ambiente de trabalho dentro da universidade. Se alguém vê que você esta trabalhando demais, ficando até tarde no escritório varias vezes na semana, vai falar para você descansar e não se estressar tanto. Enquanto no Brasil existe uma disputa entre os funcionários para ver quem trabalha, quem vai embora por último. Para a LiU também é importante que você tire ferias quando chega a hora, é importante para a universidade que os alunos e funcionários tenha qualidade de vida.

  • Quais as suas percepções sobre o cotidiano em Linköping?

No primeiro momento foi um choque. Mesmo sendo do interior de Minas gerais, havia morado muitos anos antes em Belo horizonte que uma cidade grande movimentada e cheia de coisas pra fazer. Em Linköping, mesmo tendo 150 mil habitantes a cidade é muito tranquila. Em cinco minutos pedalando estou no trabalho, em vinte você chega no centro da cidade.  Em Ryd, (bairro em que mora, em frente a universidade) tem uma Floresta, e em vinte minutos você chega em um lago. Apesar de não ter tantas opções de entretenimento na cidade o contato com a natureza é muito grande. Também é muito fácil ir para outros lugares, como Estocolmo ou pegar um voo para outra cidade na Europa.

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6 curiosidades sobre estudar na LiU

Quando chegamos em um lugar novo, seja ele qual for, é inevitável comparar ao que estamos acostumados e a entender que algumas coisas nós tomamos por garantido. Com a universidade não seria diferente!

No post de hoje resolvi listar algumas coisas que me chamaram a atenção na LiU. Bora lá!

 

  1. É tudo eletrônico.

Já é hábito na Suécia tudo ser eletrônico, digitalizado e muitas vezes integrado. Na nossa Universidade também.

Todo mundo na LiU tem e-mail institucional, de alunos a colaboradores. Com esse e-mail, o aluno tem acesso a plataforma própria da Universidade. Essa plataforma é a principal via de comunicação do aluno com os professores, que por sua vez postam o calendário de suas aulas ali, alguns recados, documentos e leituras, e até as notas. Ah! A entrega dos exames e artigos, pelo menos no mestrado, é feita dando upload ali também, não precisa imprimir.

Além de tudo isso, a matrícula nas matérias e até o compartilhamento de leitura entre os alunos também pode ser feita por ali.

 

2. Cuidado com o plágio!

Pode ser que você ouça sobre isso repetidas vezes durante seu programa. A Suécia tem um sistema integrado com as instituições de educação para checagem de plágio em trabalhos, artigos e exames. Sabe aquele documento que você dá upload na plataforma da Universidade? Então, ele vai diretamente para este sistema, que se chama Urkund. Ele não é sueco, está no mundo todo, mas pelo que entendi a maioria das instituições de ensino do país utilizam esta mesma plataforma para detectar cópias. E se você for citar algum artigo seu que já tenha postado na plataforma da Universidade, cite-se. O tal do auto-plágio existe e também conta, cuidado!

 

3. Os professores estão por dentro das matérias uns dos outros.

Isso eu achei super interessante. Pensei que era coincidência, mas segundo colegas suecos, é parte do compromisso do professor com o objetivo do programa entender o que os outros professores estão apresentando de matéria. Tudo é desenhado para fazer sentido como um todo, dá pra perceber que existe além de lógica, coerência nas leituras. É comum ouvir “- Isto vocês já leram na matéria de professor X, então…”, porque tudo parte de uma lógica. É legal porque dá pra notar que ficam poucas pontas soltas e eles se repetem menos. Digo que essa foi uma da coisas que eu só percebi aqui e que até pode existir no Brasil, mas não é regra!

 

4. Levar a própria comida.

Aqui até existe restaurante e “lanchonete” com preço universitário, mas você vai ver que a maioria das pessoas trazem a marmita de casa. Os campi contam inclusive com uma mega estrutura de microondas e até geladeiras para que se esquente a comida e também com pia e detergente pra lavar os potes. Legal, né?

 

5. 24h.

Depois das 17h, algumas portas trancam para o acesso e só abrem com o LiU card (cartão de estudantes da LiU). Mesmo assim, tirando a biblioteca, como todo estudante deve ter o cartão, a Universidade fica acessível 24h e é possível varar a noite estudando se preciso. Eu mesma já fiquei por lá até bem tarde e não fui a única, sempre tinha gente fazendo o mesmo!

 

6. Os banheiros são neutros.

Isto já é praxe há algum tempo em grande parte dos estabelecimentos suecos: os banheiros são para todos os gêneros! Estou colocando na lista porque foi na LiU que me deparei com isso pela primeira vez. A gente fica surpresa de primeira e depois que acostuma fica difícil imaginar que não é assim na maioria dos lugares do mundo.

 

Acredito que este tipo de postagem pode ser feita várias vezes porque a lista continua conforme a gente vai notando coisas novas. Quem sabe volte com mais dessas, né?

*Agradeço à Gabriela e à Myung (que também escreve aqui) pela ajuda!

 

Abraço e até a próxima! 🙂

 

 

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